Ray
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Dessa vez foram 2 semanas, antigamente constumavam ser 3, 2 meses, acho que as coisas estão piorando. Ele chegou em casa do jeito que sempre costumava me assustar quando criança, agora ja não me importo, sera que estou ficando insencivel? Ele chegou e deitou no sofa, como é de costume, comecei a vestir meu casaco e me preparar para sair, não gosto de ouvir a discussão deles. Ela vendo aquela situação começou seu discurso " de novo? só 2 semanas? o que ta acontecendo com você? você é um agoista! ainda vai acabar com essa familia......." E ele estava lá, deitado, imovel, bebado. Sai de casa e pra variar resolvi dar uma volta. Antigamente eu ficava ate tarde esperando ele chegar, pra mim era a melhor hora do dia, ele chegava em casa e me abraçava e então meu mundo melhorava. Sinto falta disso. Atualmento estou passando por boas realizações na minha vida, estou conquistando minha independencia finaceira, é meu\io limitada mas já é alguma coisa, comprei moveis para o meu quarto e até cortei o cabelo! E ele nem notou, se notou não falou nada. Eu queria tanto o apoio dele, pelo menos um 'muito bem' ou quem sabe um dia 'estou orgulhoso de você'. Quase meia-noite, resolvi voltar pra casa. Cheguei e fui direto para o meu quarto, demorei pra pegar no sono. Demadrugada ele passou mal, é um bom sinal, o organismo dele já não suporta tanto alcool. Alguma hora ele vai ter que parar.
Ray

Bom, voltei a escrever
\o/\o/\o/\o/
Ok, não e´pra tanto eu sei.
Escrever nunca foi uma das minhas maiores realizações, não escrevo maravilhosamente bem, tenho vicios de linguagem e tenho a maldita influencia do msn (então não estranhem se voces não verem muitos acentos puraqui!). Tenho uma paixão enorme por leitura, me facina os diferentes modos de cada altor escrever, eu queria ter um modo desse, mas com o tempo eu descubro o meu.
Gosto de escrever sobre assuntos variados, nada tão dramatico como uma novela mexicana, mas são essas coisas variadas que fazem parte do meu dia-a-dia.
Ray

Quase.
Ainda pior que a convicção do não e a incerteza do talvez é a desilusão de um quase.É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi.Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou.Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor não me pergunto, contesto.Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo.De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma.Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.
Ray

Gosto dos venenos mais lentos,
das bebidas mais fortes,
dos amores mais loucos,
dos pensamentos mais complexos e dos sentimentos mais intensos.
Tenho um apetite voraz e delírios loucos.
Eu fico alegre quando outra pessoa é bem sucedida e não jogo sujo quando estou numa competição.
Tenho uma grande capacidade intelectual, mas sei que sozinha ela não se iguala a sabedoria.
Vejo tudo como uma ilusão...
Mas aproveito mesmo sabendo que isso é bastante arriscado.
Eu não pretendo passar pela vida na ponta dos pés, sem fazer barulho.
Sou movida pela vontade de viver...
Eu fico alegre quando me entrego e vejo que amar alguém pode na verdade fazer com que eu me sinta livre.
Sou engraçada.
Gosto de Aventura.
E tenho muitas opiniões formadas.
Não vou mudar meus conceitos para agradar ninguém ,
então desista de tentar me mudar.
Você pode até me empurrar do penhasco ...
E dai?
Eu adoro voar...
Ray

Não era tanto... Mas não cabia no peito
Era mais que pranto com lágrimas e olhos vermelhos
Assim pelo meu desespero,
Por despetalar o que fora inteiro
A dor era o amargo lenitivo
Era fronteira que dividia os sentidos...
E unificava os versos como música
Ah! Se aquela estação fosse a última!
Se não houvesse tantas após
Se o tempo não fosse meu próprio algoz
Quando a noite findava a loucura
Adormecia em Sol menor e despertava com a Lua
Seguia os áureos ventos que insinuavam as veredas
Era um peregrino das paisagens serenas
Mas se aproximava o temporal e o cataclismo
Agora a brisa é vendaval, e ascensão é declínio
Via o vão abissal que fragmentava minha alma
Eu já não era imortal como imaginava
Assim como o palco vazio de um teatro
Meu espírito num monólogo e... fim do primeiro ato!
Resta-me o império devastado, E uma esperança em ruínas
Que antes da noite chegar, Tu me levarás a vida
Agora... sou constelação de uma estrela
Sei que não é o momento... Mas desculpe minha tristeza...
Era mais que pranto com lágrimas e olhos vermelhos
Assim pelo meu desespero,
Por despetalar o que fora inteiro
A dor era o amargo lenitivo
Era fronteira que dividia os sentidos...
E unificava os versos como música
Ah! Se aquela estação fosse a última!
Se não houvesse tantas após
Se o tempo não fosse meu próprio algoz
Quando a noite findava a loucura
Adormecia em Sol menor e despertava com a Lua
Seguia os áureos ventos que insinuavam as veredas
Era um peregrino das paisagens serenas
Mas se aproximava o temporal e o cataclismo
Agora a brisa é vendaval, e ascensão é declínio
Via o vão abissal que fragmentava minha alma
Eu já não era imortal como imaginava
Assim como o palco vazio de um teatro
Meu espírito num monólogo e... fim do primeiro ato!
Resta-me o império devastado, E uma esperança em ruínas
Que antes da noite chegar, Tu me levarás a vida
Agora... sou constelação de uma estrela
Sei que não é o momento... Mas desculpe minha tristeza...




